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sexta-feira, 27 de fevereiro de 2015

John Steinbeck 113 anos!












































































Experimentador incansável, Steinbeck mudou os rumos da sua literatura várias vezes. Entretanto, já nessas suas primeiras obras via-se o fio condutor que permearia toda a sua literatura: observação social, de cunho realista, das camadas de trabalhadores de classe baixa mantidos no limbo do sistema econômico;







"Luta Incerta", publicado em 1936, trata da situação de colhedores de frutas na Califórnia. Nesse livro, Steinbeck começou a despontar seus méritos narrativos e sua posição críticas às mazelas dos oprimidos;








"Ratos e Homens", considerado seu melhor romance foi publicado em 1937;








"As Vinhas da Ira" (1939), conta a exploração a que são submetidos os trabalhadores itinerantes e sazonais, através da história da família Joad, que migra para a Califórnia, atraída pela ilusória fartura da região. Essa trágica odisseia recebeu o prêmio Pulitzer em 1940 e foi levada à tela por John Ford;







Notabilizou-se pela construção de personagens exemplares dos mais universais sentimentos humanos: a luta pela dignidade, a dificuldade das relações de afeto frente à crueldade do mundo e da vida, e a solidão, na sua acepção mais ampla e passível de ser compartilhada por todos os homens. Recebeu o Nobel de Literatura em 1962.








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segunda-feira, 1 de outubro de 2012

As Vinhas da Ira (John Steinbeck)
















"O homem ficava sentado no seu assento de ferro e sentia-se orgulhoso das linas retas que ela não traçara, do trator que não lhe pertencia e que não amava, do poder que não podia controlar. E quando a safra progredia e a colheita terminava, nenhum homem pegava um punhado de terra quente e a deixava escorrer entre os dedos. Nenhum homem tinha tocado as sementes ou sentido alegria quando amadureciam. Os homens comiam aquilo que não tinham plantado; não tinham nenhum vínculo com o pão que comiam. A terra produzia pelo efeito do ferro, e sob os efeitos do ferro morria gradualmente; não era amada; nem adorada nem amaldiçoada."







"O homem não é apenas carvão, nem sal, nem água, nem cálcio. Ele é tudo isto, e também é muito mais que o simples resultado de sua análise. O homem, que é mais que a sua composição química, caminhando na terra, desviando o arado de uma pedra (...). (...) esse homem, que é mais que os elementos que o compõem, sabe também que a terra é mais que o simples resultado de sua análise química."















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